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Gestão de frotas eficaz: São dois cintos para apertar

Por João ChitasNovember 19, 2020

O estilo de condução dos motoristas tem influência direta em vários aspectos da frota de uma empresa, desde o desgaste provocado nos veículos (antecipando uma renovação de peças à partida desnecessária), até à prevenção de acidentes ou ainda a redução dos custos operacionais como o consumo de combustível.

Mas vamos a um exemplo mais claro. Ao evitarem travagens, acelerações e viragens bruscas, os motoristas:

  • Salvaguardam não só a sua segurança, como também a segurança dos outros automobilistas, o que contribui para a redução da probabilidade de ocorrência de um acidente. A este respeito, é importante referir que 90% dos acidentes têm origem no erro humano;
  • Poderão conseguir reduzir o desgaste provocado nos pneus, no motor e nos travões, o que leva a que os custos com a manutenção das viaturas sejam muito menos frequentes;
  • Redução do consumo de combustível através de uma condução mais económica e eficiente.

Como pôde constatar, estes “dois cintos” estão diretamente relacionados com os resultados da sua frota. Mas para promover boas práticas de condução na sua empresa, a nossa sugestão é que comece primeiro por identificar as principais falhas no estilo de condução dos motoristas. Isto é, identifique as falhas mais comuns e mais graves. Comece por aí. O mais urgente vem primeiro. Não conseguirá mudar tudo ao mesmo tempo, por isso comece por tentar mudar os comportamentos que poderão afetar de forma mais significativa a performance e eficiência da sua frota.

Para ajudar gestor de frota a identificar de forma precisa os comportamentos de condução dos motoristas, as funcionalidades do Reveal, da Verizon Connect permite ao gestor identificar vários indicadores de performance de condução como:

  • Tempo em condução económica
  • Tempo em cruise control
  • Acelerações bruscas
  • Travagens bruscas
  • Consumos em ralenti
  • Consumos em condução

Com estas informações, o gestor poderá traçar um perfil do estilo de condução dos seus motoristas, os principais problemas, bem como dirigir os seus esforços para a correção das falhas mais problemáticas. O gestor poderá ainda acompanhar a evolução destes indicadores, percebendo se as suas ações de sensibilização estão a surtir efeito e se as suas sugestões estão a ser efetivamente postas em prática.

Agora? Agora é apertar os cintos.


João Chitas

João Chitas, Marketing Specialist na Verizon Connect


Etiquetas: Combustível, Gestão de Viaturas e Equipamentos

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