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Está a enviar demasiados trabalhadores para um serviço, ou pelo contrário ...

Por João ChitasJanuary 31, 2020
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Imagine que conseguia prever o tempo sem falhas – não só seria o meteorologista mais popular do mundo, como os seus churrascos nunca seriam regados por S. Pedro e saberia sempre quando trazer o chapéu de chuva.

Se conseguisse magicamente impedir o trânsito congestionado, seria capaz de salvar milhões de pessoas de horas de frustração, reduzindo (mas provavelmente não eliminando) a ira dos automobilistas, devolvendo todos aqueles períodos de tempo improdutivos – seria um feito heróico, sem dúvida.

E o dom da previsão? Não no sentido mais pesado e negativo (ex: ver o fim do mundo), mas sim em premonições com pequenas implicações como: quando é que uma criança está em vias de entornar o sumo, quando é que o pneu está prestes a ter um furo – coisas úteis.

Para uma frota empresarial, ter este tipo previsões poderia ser algo útil diariamente, por variadíssimas formas – desde logo, poderia permitir responder à questão: “Estarei eu a enviar demasiados funcionários para o local do serviço, ou é precisamente o contrário?”

Veja as dicas que lhe temos para dar:

Recorde o passado.

Tenha em conta a procura normal para determinada época do ano ou para determinado tipo de serviço. Elabore relatórios baseados em dados passados e observe quantos colaboradores foram enviados para um determinado cenário. O serviço foi concluído a tempo – ou enquadra-se no tempo que tinha estimado?

Observe os dados disponíveis.

Elementos como o ambiente em que a operação será realizada e as competências e formações necessárias podem influenciar o número de trabalhadores que necessita para executar o serviço. Se enviar uma equipa de colaboradores inexperientes, eles provavelmente não irão trabalhar tão depressa e tão bem quanto os trabalhadores mais experientes, e se as condições de trabalho não forem as ideias (ex: condições meteorológicas ou o próprio local do serviço), a eficiência global das suas operações será prejudicada.

Faça algumas contas.

Poderá calcular o número de trabalhadores necessários, utilizando a média de horas de trabalho que cada recurso da sua empresa necessita (ou seja, o número médio de trabalhadores necessários); o número médio de horas de trabalho que cada equipa pode consumir e informações detalhadas sobre as políticas de funcionamento da sua frota que podem afetar a análise de informação e os seus cálculos.

Mantenha-se em contacto.

Se os seus trabalhadores chegarem ao local do serviço e perceberem que a dificuldade do serviço foi subestimada, o líder da equipa deverá ter capacidade para requisitar a deslocação de mais técnicos para o local.

Estas quatro dicas requerem uma incrível capacidade para manter contacto com toda a equipa, monitorizar os comportamentos e a localização dos colaboradores, utilizando dados sobre a actividade da frota para adoptar decisões fundamentadas e não meros palpites.

A utilização de plataformas de localização permite que os gestores produzam relatórios detalhados que contêm informações actualizadas sobre a actividade da frota. Os gestores poderão perceber onde está cada colaborador, podendo assim atribuir ou alterar ordens de serviço mais eficazes e eficientes. A aplicação móvel do motorista a possibilidade de recepção e actualização de informações sobre a actividade da frota por intermédio de um tablet ou smartphone.

 

Ainda quer ser super-herói?


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João Chitas

João Chitas, Marketing Specialist na Verizon Connect


Etiquetas: Gestão de Equipas